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Dra. Mariana Ferreira – Sexologia Clínica em Porto Alegre – RS

A libido, ou desejo sexual, é uma força poderosa que influencia não apenas a vida pessoal, mas também a sociedade como um todo. Ela é moldada por uma complexa interação de fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais. Neste artigo, vamos explorar a história da libido, como ela é vista em diferentes culturas, os fatores que a influenciam e os tratamentos disponíveis para disfunções relacionadas.

Como a Dra. Mariana pode te ajudar com as questões de Sexualidade?

A Dra. Mariana é uma profissional com olhar humanizado, capaz de ouvir o paciente com a devida atenção. Entende o paciente como um ser humano único e digno de cuidado e acolhimento num ambiente seguro e sem julgamentos. Durante a entrevista médica, a Dra. Mariana vai conversar sobre a história do paciente, entender suas crenças, suas preocupações. Sempre respeitando a individualidade de cada um. Com completo sigilo.

A Dra. Mariana se destaca por ser médica com vasta experiência clínica, proporcionando um olhar integral, com avaliação da parte hormonal dos distúrbios sexuais, além da parte de terapia cognitiva sexual.

Quem é a Dra. Mariana?

Eu trato meus pacientes respeitando os seus valores culturais e individuais.

Auxilio no desenvolvimento de consciência corporal e da própria sexualidade.

Forneço educação com embasamento científico e de qualidade sobre saúde sexual e direitos sexuais de forma simples porém efetiva. Identifico e trato disfunções sexuais para que todos possam viver sua sexualidade de forma plena, segura e sem culpa.

  • Formada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
  • Residência Médica em Cirurgia Geral pelo Hospital Ernesto Dornelles (HED) em Porto Alegre
  • Pós-graduação em Sexologia Clínica pelo Instituto Inspirali em São Paulo.
  • Membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH)

O que é Libido?

A libido é o impulso sexual que motiva as pessoas a buscar atividades sexuais. Ela é uma parte natural da vida humana e pode variar significativamente entre indivíduos. A libido é influenciada por hormônios, saúde física, estado emocional e fatores sociais.

Aspectos Históricos da Libido

Antiguidade

Na antiguidade, a libido era frequentemente associada a divindades e rituais religiosos. Na Grécia Antiga, Afrodite era a deusa do amor e da sexualidade, e muitos rituais eram realizados para honrá-la e aumentar a fertilidade e o desejo sexual. No Egito Antigo, a sexualidade era vista como uma parte natural da vida e era celebrada em arte e literatura.

 Idade Média

Durante a Idade Média, a visão sobre a libido foi fortemente influenciada pela Igreja Católica, que muitas vezes a considerava pecaminosa. A sexualidade era reprimida, e o desejo sexual era visto como algo a ser controlado. No entanto, mesmo nesse período, havia uma compreensão de que o desejo sexual era uma parte inevitável da natureza humana.

Renascimento e Iluminismo

Com o Renascimento, houve uma redescoberta do corpo e da sexualidade. A arte e a literatura da época começaram a explorar temas de amor e desejo de maneira mais aberta. Durante o Iluminismo, a sexualidade começou a ser vista como uma parte natural e saudável da vida humana, e o estudo científico do comportamento sexual começou a ganhar espaço.

libido

Aspectos Culturais e Sociais

Cultura Ocidental

Na cultura ocidental moderna, a libido é frequentemente celebrada e explorada na mídia, na arte e na publicidade. No entanto, ainda existem tabus e estigmas associados a ela, especialmente em relação às mulheres e à diversidade sexual. A pressão para atender a certos padrões de beleza e comportamento pode afetar a percepção da libido.

Cultura Oriental

Em muitas culturas orientais, a sexualidade é vista de maneira mais reservada. No entanto, práticas como o Tantra na Índia e o Taoísmo na China reconhecem a importância da energia sexual e da libido para o bem-estar espiritual e físico. Essas tradições veem a sexualidade como uma forma de alcançar a harmonia e o equilíbrio interior.

Diversidade Sexual

A compreensão da libido também varia entre diferentes orientações sexuais e identidades de gênero. É importante reconhecer que a libido não é universal e pode se manifestar de maneiras diferentes em pessoas LGBTQ+. A aceitação e a compreensão da diversidade sexual são fundamentais para uma visão mais inclusiva da libido.

Fatores que Influenciam a Libido

Biológicos

  • Hormônios: Os hormônios desempenham um papel crucial na regulação da libido. A testosterona, presente em ambos os sexos, é um dos principais hormônios responsáveis pelo desejo sexual. Estrogênio e progesterona também influenciam a libido, especialmente nas mulheres.
  • Idade: A libido pode diminuir com a idade devido a mudanças hormonais e outros fatores de saúde. No entanto, muitas pessoas mantêm uma vida sexual ativa e satisfatória à medida que envelhecem.
  • Saúde Física: Condições médicas, como diabetes, doenças cardíacas e distúrbios da tireoide, podem afetar o desejo sexual. Além disso, medicamentos prescritos para tratar essas condições podem ter efeitos colaterais que impactam a libido.

Psicológicos

  • Estresse e Ansiedade: Altos níveis de estresse e ansiedade podem reduzir a libido. O estresse crônico pode levar a um aumento nos níveis de cortisol, o que pode suprimir o desejo sexual.
  • Depressão: A depressão pode diminuir significativamente o desejo sexual. Além disso, alguns antidepressivos têm efeitos colaterais que podem afetar a libido.
  • Autoestima: A percepção de si mesmo pode influenciar o desejo sexual. Pessoas com baixa autoestima podem ter menos interesse em atividades sexuais.

Sociais

  • Relacionamentos: A qualidade do relacionamento pode afetar a libido. Problemas de comunicação, conflitos e falta de intimidade emocional podem reduzir o desejo sexual.
  • Pressões Sociais: Normas culturais e expectativas podem influenciar o desejo sexual. A pressão para atender a certos padrões de comportamento pode afetar a maneira como as pessoas percebem e expressam sua libido.

Disfunções Relacionadas à Libido

Desejo Sexual Hipoativo

O desejo sexual hipoativo é caracterizado por uma falta persistente ou recorrente de interesse sexual. Pode ser causado por fatores biológicos, psicológicos ou relacionais. É importante diferenciar entre uma diminuição temporária do desejo sexual e uma condição persistente que causa sofrimento.

As causas do desejo sexual hipoativo podem ser variadas e incluem fatores físicos, psicológicos e sociais:

Fatores Físicos:

  • Desequilíbrios hormonais, como baixos níveis de testosterona.
  • Doenças crônicas, como diabetes ou problemas cardiovasculares.
  • Efeitos colaterais de medicamentos, especialmente antidepressivos e anticoncepcionais

Fatores Psicológicos:

  • Estresse e ansiedade.
  • Depressão.
  • Experiências passadas de trauma ou abuso sexual.

Fatores Relacionais:

  • Problemas de comunicação com o parceiro.
  • Conflitos ou insatisfação no relacionamento.
  • Falta de intimidade emocional.

Fatores Sociais e Culturais:

  • Pressões sociais e culturais em relação ao sexo.
  • Normas religiosas ou morais restritivas.

Diagnóstico

O diagnóstico do desejo sexual hipoativo geralmente envolve uma avaliação abrangente que inclui:

  • Histórico Médico: Para identificar possíveis causas físicas.
  • Avaliação Psicológica: Para explorar fatores emocionais e psicológicos.
  • Entrevista Relacional: Para entender a dinâmica do relacionamento e possíveis problemas.

Transtorno de Aversão Sexual

O transtorno de aversão sexual envolve uma aversão extrema e evitação de contato sexual. Pode estar relacionado a experiências traumáticas, questões psicológicas ou problemas de relacionamento. Pessoas com esse transtorno podem sentir ansiedade ou repulsa em relação ao sexo.

  • Reações Emocionais Intensas: Pessoas com esse transtorno podem experimentar sentimentos intensos de medo, ansiedade ou repulsa em relação ao sexo.
  • Evitamento: Há uma tendência a evitar situações que possam levar a atividades sexuais, o que pode incluir evitar intimidade física ou até mesmo situações sociais que possam resultar em expectativas sexuais.
  • Sintomas Físicos: Em alguns casos, a ideia ou tentativa de atividade sexual pode provocar sintomas físicos, como náuseas, palpitações ou ataques de pânico.

Causas

As causas do transtorno de aversão sexual podem ser complexas e multifatoriais, incluindo:

  • Experiências Traumáticas: Histórias de abuso sexual ou experiências sexuais traumáticas podem contribuir para o desenvolvimento dessa aversão.
  • Fatores Psicológicos: Ansiedade, depressão e baixa autoestima podem estar associados ao transtorno.
  • Fatores Relacionais: Problemas de relacionamento, como falta de confiança ou comunicação deficiente, podem exacerbar a aversão.
  • Influências Culturais e Sociais: Normas culturais ou religiosas que veem o sexo de forma negativa podem influenciar a percepção e a atitude em relação à sexualidade.

Diagnóstico

O diagnóstico do transtorno de aversão sexual geralmente envolve:

  • Avaliação Psicológica: Para identificar possíveis causas emocionais e psicológicas.
  • Histórico Pessoal e Sexual: Para entender experiências passadas e atitudes em relação ao sexo.
  • Entrevista Relacional: Para explorar a dinâmica do relacionamento e possíveis problemas.

Tratamentos para Disfunções da Libido

Terapia Hormonal

Para algumas pessoas, especialmente aquelas que passaram pela menopausa ou andropausa, a terapia hormonal pode ajudar a restaurar a libido. A reposição de testosterona, estrogênio ou outros hormônios pode ser eficaz, mas deve ser feita sob supervisão médica devido aos possíveis efeitos colaterais.

Terapia Psicológica

  • Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC ajuda a identificar e mudar padrões de pensamento negativos que podem afetar a libido. Ela pode ser eficaz no tratamento de problemas de autoestima, ansiedade e depressão que impactam o desejo sexual.
  • Terapia de Casal: A terapia de casal pode ser útil para resolver problemas de relacionamento que afetam o desejo sexual. Ela pode ajudar os parceiros a melhorar a comunicação, aumentar a intimidade emocional e resolver conflitos.

Medicamentos

Existem medicamentos que podem ajudar a aumentar a libido, mas devem ser usados sob supervisão médica. Alguns exemplos incluem medicamentos que aumentam o fluxo sanguíneo para os órgãos genitais ou que modulam neurotransmissores no cérebro.

Mudanças no Estilo de Vida

  • Exercício Regular: O exercício regular pode melhorar a saúde geral e aumentar a libido. Ele ajuda a reduzir o estresse, melhorar o humor e aumentar a energia.
  • Dieta Equilibrada: Uma dieta equilibrada e rica em nutrientes é essencial para a saúde sexual. Alimentos ricos em zinco, como ostras e nozes, podem ajudar a aumentar a libido.
  • Redução do Estresse: Técnicas de relaxamento, como meditação, ioga e mindfulness, podem ajudar a reduzir o estresse e aumentar o desejo sexual.

Conclusão

A libido é uma parte complexa e multifacetada da experiência humana, influenciada por uma variedade de fatores históricos, culturais, sociais e biológicos. Compreender esses aspectos pode ajudar a desmistificar o desejo sexual e promover uma abordagem mais saudável e aberta à sexualidade. Se você ou alguém que você conhece está enfrentando problemas relacionados à libido, é importante buscar ajuda profissional para explorar as opções de tratamento disponíveis. A saúde sexual é uma parte importante do bem-estar geral, e cuidar dela pode levar a uma vida mais satisfatória e equilibrada.

Qual profissinal trata problemas de libido em Porto Alegre?

A Dra. Mariana Ferreira é médica e sexóloga e pode lhe ajudar! Consultas presenciais ou online com duração de pelo menos 1h. Atendimento com foco e respeito pelas individualidades dos pacientes.

Agende a sua consulta.

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A Dra. Mariana é uma profissional com olhar humanizado, capaz de ouvir o paciente com a devida atenção. Entende o paciente como um ser humano único e digno de cuidado e acolhimento num ambiente seguro e sem julgamentos. Durante a entrevista médica, a Dra. Mariana vai conversar sobre a história do paciente, entender suas crenças, suas preocupações. Sempre respeitando a individualidade de cada um. Com completo sigilo.

A Dra. Mariana se destaca por ser médica com vasta experiência clínica, proporcionando um olhar integral, com avaliação da parte hormonal dos distúrbios sexuais, além da parte de terapia cognitiva sexual.

Quem é a Dra. Mariana?

Eu trato meus pacientes respeitando os seus valores culturais e individuais.

Auxilio no desenvolvimento de consciência corporal e da própria sexualidade.

Forneço educação com embasamento científico e de qualidade sobre saúde sexual e direitos sexuais de forma simples porém efetiva. Identifico e trato disfunções sexuais para que todos possam viver sua sexualidade de forma plena, segura e sem culpa.

  • Formada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
  • Residência Médica em Cirurgia Geral pelo Hospital Ernesto Dornelles (HED) em Porto Alegre
  • Pós-graduação em Sexologia Clínica pelo Instituto Inspirali em São Paulo.
  • Membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH)

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